ETERNAMENTE ROMUALDO: A família nasceu no Coração de Deus

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roJULGAMENTO DE UM SOLDADO

Um Soldado colocou-se de pé e diante de DEUS, pronto para última inspeção pela qual teria que passar, desejando que , assim como a fivela do cinto e os emblemas de metal, também os seus coturnos estivessem a brilhar e seu uniforme impecável.

– Um passo a frente, Soldado! Como vou fazer contigo?
Foste fiel à igreja?

Deste o outro lado da face ao inimigo?

O Soldado respondeu:

– NÃO! NÃO SENHOR! Nós que andamos armados, nem sempre podemos ter amor! Na maioria dos domingos, eu estava de serviço, na igreja não fui não Senhor… Em muitos momentos, eu falei de modo impuro…

Houve muitas vezes em que fui violento, pois meu mundo é muito duro… Mas nunca guardei um tostão que a mim não pertencesse… E quanto mais uma conta se acumulava, aos trabalhos extras eu me dedicava, e de minha família me afastava… Mas às vezes, SENHOR me perdoa, eu chorei por coisas à toa, e por dores dos outros.

Reconheço que não mereço ficar entre os que já estão em Seu meio; que jamais me quiseram por perto, a não ser quando sentiram receio… Se tiver um lugar para mim, como nunca consegui muito mesmo, luxuoso não precisa ser.

E caso não haja nenhum, eu saberei entender…
Faz-se silêncio em redor do trono, onde os Santos passeavam. E o soldado esperou o veredito do SENHOR:

– Teu corpo serviu com alma e coração… Fez-te escudo para o próximo…
Portanto, anda em paz pelo paraíso… INFERNO já foi tua missão…

Uma justa homenagem

No dia 5 de março de 2010, por volta das 17 horas, na Avenida Dinamérica, o policial militar Romualdo Brito Figueiredo, 27, morador do Novo Cruzeiro, morreu após ser atingido por um tiro quando estava perseguindo uma dupla de bandidos. O policial ainda foi socorrido, mas não resistiu
aos ferimentos e veio a óbito.

Em virtude disto, o Diretor de Comunicação da UCES e pai do policial, Romualdo Figueiredo, pretende encaminhar pleito junto a Prefeitura Municipal de Campina Grande para que a Unidade Básica de Saúde da Família do bairro Jardim Paulistano receba o nome do seu filho. Esta seria para ele uma justa homenagem para um homem que faleceu cumprindo sua tarefa.

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