Mutuários recebem seguro habitacional

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Mutuários do conjunto residencial Valentina de Figueiredo, na cidade de João Pessoa-PB, que ingressaram com pedido para que a seguradora garantisse os reparos necessários nos imóveis que apresentaram problemas, receberam seus cheques segunda-feira (27/02/2012), para poderem realizar as reformas necessárias em seus imóveis.

casas2Em todos os financiamentos feitos para compra da casa própria com recursos do Sistema Financeiro de Habitação (CEF, CEHAP, IPEP, BRADESCO, BAMERINDUS, SUL BRASILEIRO, etc.), o mutuário paga o seguro de morte, invalidez e danos físicos do imóvel, juntamente com o valor das prestações.

Mas, para que estas pessoas possam garantir o direito de ter sua casa reformada tem que abrir um processo e é aí que entra o trabalho da Advocacia Associada, que aciona a seguradora na justiça sem nenhuma despesa para o mutuário e acompanha o andamento de todo o processo.

A CONAM (Confederação Nacional das Associações de Moradores), a FEPAMOC (Federação Paraibana das Associações do Movimento Comunitário) e a UCES (União Campinense das Equipes Sociais), vêm buscando atender ao grande número de pessoas que moram em núcleos habitacionais que foram construídos através do Sistema Financeiro de Habitação e que reclamam por suas moradias estarem apresentando defeitos de construção. As entidades têm apoio dos serviços da Advocacia Associada Bruno e Camisão e assessoria técnica, um grupo especializado que trabalha para que estas pessoas tenham seus direitos garantidos.

Várias lideranças comunitárias e mutuários de Campina Grande foram presenciar a entrega dos cheques em João Pessoa, e disseram: “Estamos plenamente satisfeitos com o trabalho realizado pela CONAM, FEPAMOC, UCES e a Advocacia Associada pelos resultados apresentados, pois o menor valor recebido pelos mutuários foi de R$ 40.000,00 e, sem dúvidas, muitos outros virão, inclusive muito brevemente em Campina Grande e quem ganhará com isso será a população menos favorecida, que teve seus direitos lesados pelas empresas construtoras das casas habitacionais, e que agora haverão de pagar pelo erro cometido”.

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